terça-feira, 12 de agosto de 2025
Praia
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Carvoeiro
Cabo Carvoeiro, 2024-08-07
quarta-feira, 11 de junho de 2025
Portugal
Portugal de sol ardente e mares infinitos,
Das ondas que beijam as rochas sedentas,
Da história nas ruas de pedra e azulejos coloridos,
Onde, como pérolas preciosas, brilham palavras na vastidão do tempo.
Na essência da poesia pulsa uma veia viva,
nesta língua de sonhos, de amores e de memórias
com intensa clareza em cada
verso
janela aberta ao coração,
ponte de emoções,
sinfonia de sentimentos profundos.
Das colinas e luz dourada de Lisboa
Ao Porto, das pontes imponentes
Do Douro das vinícolas
ancestrais,
Em cada canto
uma história,
uma esperança,
uma paixão,
Na poesia presente,
como chama sempre ardente.
Galeria de imagens vívidas e palavras eternas,
Portugal
poema vivo de encanto,
inspiração e beleza
de alma e essência,
a poesia é o ser e a verdade,
eternamente,
escreves histórias de amor e
esperança.
#hmarg
terça-feira, 10 de junho de 2025
Gonçalo, o primogénito
Nada doía e, portanto, fiquei muito calma!
Ao amanhecer, percebi finalmente que o esperado filhote queria nascer.
Fiz tudo certinho, como tinham ensinado na preparação do momento mais importante da minha vida até aquela data.
Respirei, esperei, caminhei...
Tudo realmente foi muito bem e, depois de chegar à maternidade, demoraste apenas cerca de duas horas a chegar e foi fácil.
Eram treze horas e vinte minutos do dia 5 de Maio de 1994, quando te ouvi pela primeira vez e foi de tal maneira emocionante que é impossível descrever!
Depois, foram muitas histórias,
muitos dias, muitas horas,
risos, corridas e lágrimas,
E aventuras e fráguas...
Foram rios foram estradas
Foram percursos sinuosos
Caminhadas pelas serras
Quedas de água limpa e pura...
E foste tu a viver
E nós a ver-te crescer
E foi o medo à mistura
E o amor que perdura.
Beijinhos dos manos, do pai e da mãe.
segunda-feira, 2 de junho de 2025
Aromas
domingo, 27 de abril de 2025
Um segundo de silêncio
sábado, 26 de abril de 2025
Ausência
sábado, 25 de janeiro de 2025
PORQUÊ?
Porque cantam as águas nas fontes?
Porque madruga o canto dos rouxinóis?
Porque brotam as flores no meu jardim?
Porque me entontece ainda o aroma do jasmim?
Porque ainda há música no rádio,
E ainda há festa nas praças da cidade,
Ou o canto dos coros nas igrejas,
Se o meu coração é escuro e triste?
Porque ainda acordo todas as manhãs
E sorrio ao mundo à minha volta,
Se me perco nos fios amargos da solidão?
Tão cheia de nada, tão vazia de tudo,
Como posso sentir a tua mão
Se se perdeu fora de mim?
LenaMar



