“Qual imagem
de ti próprio
Nessas estradas
de vento
Inventando personagens
No compasso
do momento
E de ouro inúteis
imagens
De um deus abandonado
Corres em
busca de céu,
De mar e sol
e de terra
Mas já tudo
se perdeu”
LenaMar –
08/out/2016

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